Sem vontade  de escrever sobre:

– o Milk;

– o quanto gostei do Slumdog Millionaire;

– o trabalho e o dinheiro;

– os espirros e as dores de cabeça;

– o livro que acabei e o que estou a ler;

– o dia dos namorados, amigos e proteas;

– o vício Dexter;

– a gripe ou constipação ou lá que é…

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Uma agenda de telefones, giraça, portátil, para substituir a que anda a perder folhas na minha carteira.

E não me digam que as agendas electrónicas fazem o mesmo efeito e são mais práticas, porque eu não concordo. Gosto de anotar nomes e números de restaurantes, médicos, lojas, profissionais numa agenda que sobrevive a formatações involuntárias de cartões e a mudanças de hardware.

Hoje uma colega de trabalho dizia-me que estou mais magra.

Quero tanto acreditar…

de livros, claro.

Para mim e para ti.

Porque sim.

“de bocejar

s. m.,
abertura involuntária da boca com inspiração profunda e seguida de prolongada expiração, geralmente ruidosa.”

Mais que qualquer outra coisa, associo o bocejo ao sono, apesar de os cientistas dizerem que o bocejo é exactamente a reacção do corpo para combater esse mesmo sono.

Hoje (e na última semana) bocejo de enfado. Até dou por mim a desejar que comecem as viagens de trabalho…

– Cada dia me custa mais sair da cama de manhã.

– E então? Com este frio sabe bem estar na cama…

Estou cansada de chuva e dias cinzentos e trânsito infernal pela manhã e lama e buracos nas ruas.
Apenas me consolam os fins de semana, em que nos refugiamos da chuva e do vento no sofá.